Freeheld

#1 – Julianne Moore e Ellen Page como protagonistas

Julianne Moore já foi indicada quatro vezes ao Oscar! É ou não é poderosa?
As indicações foram de Melhor atriz coadjuvante por “Prazer Sem Limites” (1998) e “As Horas” (2002) e como Melhor atriz em “Fim de Caso” (2000) e “Longe do Paraíso” (2002). Julianne também já recebeu Emmy de Melhor Atriz – Minissérie ou Filme para TV em 2012 e dois Globos de Ouro. Agora, um ano após ganhar o Oscar de Melhor Atriz por seu papel em “Para Sempre Alice”, no qual interpretou brilhantemente uma vítima de Alzheimer, ela é uma forte candidata a levar a estatueta pra casa novamente!
 
Já Ellen Page é rostinho marcado quando lembramos de Juno, filme fofo que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro e ao Oscar de melhor atriz por seu papel como personagem-título do filme.
Outro personagem marcante da atriz foi a mutante Kitty Pryde, atuando nos filmes “X-Men: O Confronto Final” e “Dias de um Futuro Esquecido”.

#2 – O filme é baseado em uma história real

 

Isso mesmo. Freeheld conta a história dramática da policial Laurel Hester – vivida por Julianne Moore -, que viveu uma história de amor com uma mulher mais jovem, Stacie Andree, interpretada por Ellen Page. Laurel foi diagnosticada com uma doença terminal e lutou bravamente na Justiça para que reconhecessem seu relacionamento homoafetivo e garantissem os direitos de pensão a sua companheira após a sua morte.

#3 – Trilha sonora na voz de Miley Cyrus!

 

 

Em postagem no Instagram, Miley publicou esta foto com Linda e a legenda: “Eu estou tão orgulhosa de fazer parte desse filme com uma música épica composta pela épica Linda Perry”.
Linda Perry é mesmo uma grande produtora, que já trabalhou com Pink e Cristina Aguilera sendo responsável por hits como “Get The Party Started”, chicletinho que bombou nos anos 2000, (e que a gente ama), além de “Beautiful” e “Candyman”, grandes sucessos da carreira de X-Tina!
A canção “Hands Of Love” estará disponíveis nas plataformas digitais na mesma data em que estreia o longa nos EUA, dia 2 de outubro, mas um trecho foi liberado neste trailer do filme:

#4 – Queridinho da crítica

Dirigido por Peter Sollett e roteirizado por Ron Nyswaner, o drama foi baseado no filme de mesmo nome que já ganhou o Oscar de Melhor Documentário em 2008.É provável que a versão de Hollywood faça o mesmo sucesso entre a crítica, já que teve o trailer elogiado e está cercado de expectativas!

#5 – Importância social

 

É sempre bacana ver histórias reais de pessoas que lutaram por causas importantes fazendo sucesso no cinema. Além de emocionar o público com as atuações e os conflitos, lembramos de temas que ainda hoje são tabús na sociedade e passamos a olhar com mais carinho para certas situações e a rever muitos conceitos.
O filme é cercado de questões, que vão além do seu conflito principal do reconhecimento legal de relações homoafetivas até a diferença de idade no relacionamentos entre uma mulher mais experiente e uma garota mais jovem, e todo o preconceito e luta diante do amor puro e verdadeiro que enfrenta um momento de doença e de certa forma despedida.
Fonte: http://www.portalboomix.com/2015/09/5-motivos-para-aguardar-estreia-do.html
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Freeheld

De Pablo Bazarello, enviado especial a Toronto.

A veterana Julianne Moore demorou para ser reconhecida com um prêmio da Academia. Com quatro indicações anteriores, datando a primeira de 1997, a atriz só veio a decorar sua casa com o careca dourado este ano, com a vitória pelo lacrimoso Para Sempre Alice. Agora, Moore pode estar de novo nas cabeças para o maior prêmio do cinema, é o que dizem os especialistas. O novo veículo para isso é o drama Freeheld, que entre outras coisas demonstra a versatilidade de Moore compondo uma personagem cem por cento inédita em sua carreira (para indicação no próximo Oscar ainda fico com Cate Blanchett em Truth, também parte do repertório deste ano em Toronto). Que Moore é uma das melhores atrizes da atualidade Oscar algum precisa nos dizer.

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De fato Freeheld guarda algumas semelhanças com Para Sempre Alice. Ambos possuem Mooredespida de qualquer vaidade artística, se entregando verdadeiramente de alma ao projeto, que traz igualmente uma protagonista lutando por sua vida e saúde. Ambos também possuem jovens atrizes de talento brilhando ao lado da veterana, embora aqui Ellen Page ganhe muito mais os holofotes do que Kristen Stewart em Para Sempre Alice. E se fosse para dizer agora, acredito mais inclusive em uma indicação para a pequena Page. Outra óbvia semelhança de Freeheld com o filme que deu o Oscar passado para Moore é que será um desafio até mesmo para o cinéfilo mais duro sair com os olhos secos após o término da sessão (me conte fora desta competição).

Curiosamente Freeheld é baseado num documentário de mesmo nome, lançado em 2007 e vencedor do Oscar na categoria documentário curta-metragem. A direção do longa é de Peter Sollett, que de Nick e Norah – Uma Noite de Amor e Música (2008) para cá deu um grande pulo. Na trama baseada em fatos, Laurel Hesten (Moore) é uma eficiente policial de Nova Jersey. Durante a vida toda ela escondeu sua opção sexual. Isso muda quando ela conhece e aos poucos assume a relação com Stacie Andree (Page). Depois de ser diagnosticada com câncer em estágio avançado, a luta da protagonista pelo direito igualitário da parceria por sua pensão será a mais difícil de sua vida.

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Um filme só consegue nos emocionar se algo for construído nele para isso. Ou seja, boas atuações, personagens críveis e cenas bem escritas e dirigidas. Se tudo estiver encaixado no lugar merecemos sofrer, porque significa que os realizadores foram eficientes. Fora isso, Freeheld não é nada que já não tenhamos visto antes, assim como Para Sempre Alice, embora o novo trabalho de Moore pareça maior, inclusive na importância do todo. É todo o resto além da história dramática, digna por si só, que consegue chamar atenção.

A dupla Moore e Page, embora estranha de começo, nos cativa ao ponto de eliminar qualquer incredulidade. O mesmo vale para a performance da talentosa indicada ao Oscar Page. De começo criando certa barreira com seu retrato, a jovem de 28 anos conquista de forma muito sincera o direito de ser elogiada. Tudo é muito honesto e real. A veracidade do relacionamento entre o casal é o suficiente para que compremos e soframos junto. O filme não é excessivamente dramático, no entanto, devido a participação de Steve Carell, na pele de um personagem caricato e chamativo, um advogado judeu e gay, que serve de grande alívio cômico toda vez que o filme ganha contornos estarrecedores. Outro que merece ser mencionado é o sempre ótimo Michael Shannon, com uma atuação igualmente pronta para ser premiada. Freeheld pode ser um filme “montado” para prêmios e para que gostemos dele. E faz isso muito bem.

fonte: http://cinepop.com.br/critica-freeheld-103804

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Família na visão espírita

Sob o ângulo espírita, percebemos que a família geralmente é um grupo de espíritos ligados por desajustes ou necessidades de aprimoramento, a família é um laboratório de experiências reparadoras.

Você dá o devido valor à sua família? Você gosta dos momentos de intimidade em família? Que bom se as imagens que vêm à sua cabeça são boas; que bom se a ideia que surge em sua cabeça ao pensar na família é uma ideia boa, positiva. A família deve ser valorizada, ela é o seu primeiro núcleo social e espiritual.

Mas a intimidade em família nem sempre é benéfica. Você sabe que a família é um grupo de espíritos ligados por desajustes ou necessidades de aprimoramento, a família é um laboratório de experiências reparadoras.  A proximidade entre os membros familiares, o compartilhamento do espaço, o conhecimento aprofundado das pessoas que nos são mais próximas nos possibilita um convívio sem máscaras.

Na vida em sociedade as máscaras são úteis e até necessárias. Ou você acha que pode se mostrar sempre exatamente como você é? Em nosso estágio evolutivo não podemos demonstrar permanentemente o que sentimos e o que pensamos sem ferir as pessoas à nossa volta. Então encarnamos personagens, na melhor das hipóteses não muito diferentes do que somos em realidade

Mas isso é na vida em sociedade, lá fora, na rua, no trabalho, entre colegas e vizinhos. No lar somos mais espontâneos, e quando tiramos a roupa ao chegar em casa tiramos também a máscara. E aí se mostra a face oculta do pacato cidadão. As pessoas economicamente ativas, na maior parte das vezes, passam mais tempo no trabalho do que em casa. E raramente o comportamento é o mesmo nesses dois ambientes, casa e trabalho. O funcionário humilde e cabisbaixo pode ser um pai rigoroso e severo em casa, a executiva exigente de uma organização mostra-se frágil e sem pulso no lar, o chefezinho autoritário não é respeitado por ninguém onde habita.

Mas o lado realmente nefasto das relações domésticas é a intimidade desrespeitosa que se cria com o tempo em muitas famílias. Tratam-se por apelidos pejorativos, procuram defeitos uns nos outros numa disputa baixa e cruel em que a maneira de elevar-se é rebaixando o próximo.

Você já parou pra pensar que não se dá a liberdade de fazer certas brincadeiras com colegas e amigos, mas que faz essas brincadeiras com os familiares? Você percebe que outra pessoa provavelmente se magoaria ou se aborreceria com essas liberdades? Você, que é uma pessoa de boa índole e bons modos, já percebeu que é em família que você se permite eventuais deslizes? Você se dá conta de que em casa você se despe do verniz social que o torna bem aceito pela sociedade e deixa transparecer o que há de podre em você? No entanto, você ama sua família, não ama? As pessoas que você mais ama não são justamente aquelas que fazem parte da sua família?

Se tivéssemos pelos colegas e amigos, se tivéssemos pelas pessoas em geral o mesmo afeto que temos por nossos familiares; e se tivéssemos pelos nossos familiares o mesmo respeito e a mesma noção de distanciamento que temos pelos outros, as relações estariam mais próximas do razoável. Mas o abuso e o desrespeito são mais comuns exatamente para com aqueles que amamos, para com aqueles que nos são mais caros. E aos outros, aos quais respeitamos mais e mantemos um certo distanciamento discreto, raramente dedicamos qualquer sentimento maior do que a simples simpatia.

Talvez a explicação para esse fenômeno seja justamente o fato de que formamos as famílias em busca de reparação de erros pretéritos, como forma de aprendizado conjunto que às vezes vem de milênios! Você sabe que é muito raro o caso de uma família unida unicamente por laços de simpatia e interesse afins.

Mas o conhecimento de que há uma causa milenar gerando efeitos em nosso cotidiano não nos isenta da responsabilidade de tentar, todos os dias de nossas vidas, vencer a nós mesmos. Nós não podemos nos esquecer de que o maior objetivo de estarmos aqui é a tentativa de superação dessas fraquezas que tanto aborrecimento nos causam. E nós já aprendemos que não há fórmula mágica para superar nossa fraquezas. O que há é apenas o bom e velho exercício da tolerância, e do respeito, e da paciência, e do amor, essas coisas todas que já sabemos, mas que precisamos estar sempre lembrando, sempre trazendo à mente, até que, um dia, passem a fazer parte de nossas características de espírito imortal.

fonte: http://www.espiritoimortal.com.br/voce-e-a-sua-familia/

 

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Orgulho e Esperança

Orgulho e Esperança (Pride, 2014)

Indicado na categoria Melhor Filme – Comédia no Globo de Ouro deste ano, “Pride” é, definitivamente, um evento. Por ter passado despercebido aqui no Brasil, o longa não gerou expectativas e devido a isso, acaba se tornando uma grata surpresa, um privilégio para aquele que o encontrar.
por Fernando Labanca
A trama do filme fora baseada em fatos reais e nos leva ao ano de 1984, na consolidada Parada Gay em Londres, onde um grupo ativista de gays e lésbicas decide juntar dinheiro em prol da greve dos trabalhadores de minas que já estava em andamento. Na época, o governo de Margaret Thatcher estava prestes a avançar com o plano de destruir vinte minas de carvão, e como consequência disso, acabar com empregos e comunidades. Os mineiros, assim como os homossexuais da época, também faziam parte de um grupo minoritário, que precisavam enfrentar não só o governo, mas a mídia e o público em geral. É neste cenário que surge Joe (George MacKay), que acabara de completar vinte anos e frequenta sua primeira Parada, se deparando com estes ativistas que logo o fascinam, se encontra, longe da repressão de sua família. Liderados por Mark (Ben Schnetzer), esse grupo entra em contato com uma pequena comunidade de mineiros no País de Gales, decididos a doar o dinheiro e a voz diante da greve. No entanto, os membros deste pequeno vilarejo não se sentem confortáveis em receber apoio de gays e lésbicas, apesar de necessitarem de ajuda, o choque com essas pessoas vai contra a tudo o que acreditavam.

É difícil ver uma obra com um olhar mais “crítico”, quando ela oferece tanta coisa boa. “Pride” é lindo. Do começo ao fim ele te leva para uma viagem intensa, cheia de cores e ritmo, personagens cativantes e diálogos que inspiram. É prazeroso demais de acompanhar, é cheio de vida e de boas sensações, que vai muito além daquele antigo discurso de “a união faz a força”, é sobre união sim, mas é também sobre esta inusitada amizade entre dois grupos marginalizados, sobre como um ato de solidariedade, que não se vê cor, crença ou opção sexual, conseguiu mudar a história. É um daqueles filmes que nos faz querer lutar por algo importante, simplesmente pelo fato dele nos lembrar o que nos faz humanos. É comovente esta batalha travada por cada indivíduo ali na tela, seus discursos e tudo aquilo que os movem, mesmo quando todos ao redor estão prontos para vê-los caindo. Se torna inspirador quando tudo o que eles tem é voz, força de vontade, respeito, amor ao próximo, até mesmo daqueles que desconhecem e uma boa dose de amor próprio. Porque a vida é curta demais para não sentirmos orgulho de nós mesmos.
Mesmo que feito com coração, “Pride” não deixa de ser uma excelente aula de cinema. Vindo do teatro, o diretor Matthew Warchus constrói sua obra quase como um musical, com todos os seus exageros visuais, cores, figurinos, trilha sonora constante e surpreendentes movimentações de câmera. O resultado é deslumbrante, estonteante, mágico. O roteiro, assinado pelo estreante Stephen Beresford, no qual venceu o Bafta este ano, é extremamente dinâmico, onde tudo acontece ao mesmo tempo e onde diversos personagens ganham destaque ao seu decorrer e são todos muito bem desenvolvidos, é brilhante como ele consegue dar conta de tudo e ainda manter o interesse do público durante suas duas horas. O elenco só engrandece e o torna ainda mais poderoso, destacando, claro, a sempre fantástica Imelda Staunton. Os jovens atores realizam um trabalho admirável também, como George MacKay e Ben Schnetzer, assim como os veterano Bill Nighy e Paddy Considine. Dominic West, sempre tão sério, surpreende na pele de um dos ativistas gays, entregando uma das melhores sequências, quando ele resolve mostrar suas habilidades na dança para o grupo conservador de mineiros.
“Pride” é um espetáculo, um evento, um marco. É triste ver algo deste nível não chegar aos cinemas brasileiros e perder a chance de ter um público. Mesmo que relate um quadro delicado sobre preconceito e rejeição, sobre lutar por aceitação numa sociedade que não aceita, o filme consegue trabalhar com isso de forma leve, mas sem que isso destrua sua força, sua real importância e relevância no mundo atual. Dessa leveza cativante, ainda temos a chance de se divertir com seu humor britânico, sutil, mas extremamente divertido. E com sua vibe positiva, o longa, por fim, nos faz bem, nos faz acreditar na conquista, na vitória, neste lugar no futuro onde todos são respeitados. Uma obra especial que merece ser encontrada. Belo, original e único. Recomendo.
País de origem: Reino Unido
Duração: 119 minutos
Distribuidor: California Filmes
Diretor: Matthew Warchus
Roteiro: Stephen Beresford
Elenco: George MacKay, Ben Schnetzer, Dominic West, Paddy Considine, Imelda Staunton, Bill Nighy, Andrew Scott
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Carol’ mostra romance lésbico e amor maior que preconceito

Carol’ mostra romance lésbico e amor maior que preconceito: G1 já viu

Filme emociona com caso entre mulheres nos anos 1950 em Nova York.
Cate Blanchett e Rooney Mara mostram paixão irresistível de forma delicada.

Rodrigo OrtegaDo G1, em São Paulo

 

Ao contar uma história de amor entre duas mulheres em Nova York na década de 1950, “Carol” consegue inspirar esperança e melancolia ao mesmo tempo. O filme retrata a atração entre as protagonistas sem esconder a opressão da homofobia. Você pode se pegar suspirando sem saber se está feliz ou triste pelas duas protagonistas, cada vez mais envolvidas em um romance complicado.

Cate Blanchett é Carol, mulher de meia idade, casada e com uma filha. Ela está em processo de separação, em uma sociedade que já começa a aceitar o divórcio, mas não admite a homossexualidade. Ela conhece a jovem Therese, vendedora de loja e aspirante a fotógrafa. Ela tem um namorado, Richard, mas não estava muito empolgada com a união.

O fascínio de Therese por Carol cresce junto com o magnetismo do filme sobre o espectador. Cate Blanchett é tão sedutora e intrigante quanto a Nova York no inverno retratada pelo diretor Todd Haynes (de “Velvet Goldmine”, “Longe do paraíso” e “Não estou lá”). Cabe a Rooney Mara guiar nosso olhar a partir da curiosidade dela. Não fica claro se a jovem é corajosa ou inocente.

O marido de Carol, Harge (Kyle Chandler), é um vilão perdoável até certo ponto. Seu desespero para ter Carol de volta pode ser justificado pela paixão. Mas ele tem na manga a carta da homofobia, invencível na época. A jogada dele desestrutura tanto a forte ex-mulher quanto sua frágil amante.

Amor otimista
O roteiro é adaptado do romance “The price of salt”, publicado em 1952 pela norte-americana Patricia Highsmith. Ao lançar a história de tema homossexual, ela usou o pseudônimo Claire Morgan, para fugir do preconceito da época. Apesar disso, o que marca o livro e o filme é a abordagem relativamente otimista do romance lésbico: o amor está acima do preconceito.

Em uma viagem de fuga, Carol e Therese chegam ao auge da tensão sexual. Mas é tudo muito mais sutil do que as cenas tórridas das amantes de “Azul é a cor mais quente”, por exemplo. “Carol” também passa longe do ativismo gay de “Milk: A voz da igualdade”. O foco mais íntimo que político, mas sem ignorar o contexto social, lembra “Brokeback Mountain”.

A cena final captura com sutileza um momento da vida com o qual todo mundo que já se apaixonou vai se identificar. Haynes consegue marcar um ponto de um romance mais cheio de significado e emoção do que seria um beijo ou uma lágrima. Eu posso recomendar não tirar o olho de Carol até o fim, mas acho difícil que você já não esteja vidrado desde o início.

Cate Blanchett em 'Carol' (Foto: Divulgação)

Cate Blanchett em ‘Carol’ (Foto: Divulgação)

fonte: http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2016/01/carol-mostra-romance-lesbico-e-amor-maior-que-preconceito-g1-ja-viu.html

 

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Amor, dinheiro e sucesso: O que os astros reservam para você em 2016

previsões da astróloga Maína Mello para o novo ano, que chega com o Sol como regente.

Verdade seja dita: há três anos, o céu vem nos desafiando e tem sido difícil colocar em prática aquilo que desejamos. A boa notícia é que este ano, que tem o Sol como regente, chega cheio de esperança e potência para nos fazer repensar os planos. Com novas metas em mente, poderemos transformar nossos desejos, nós mesmos e, por fim, o mundo.

ÁRIES (21 de março a 20 de abril)
Desde 2013, sob a pressão de um ciclo de eclipses em seu signo e depois de tudo o que julgava certo ser desconstruído, neste ano você pode lançar-se numa nova aventura de viver. Seu aniversário chega em março com o último eclipse em seu signo para dar uma sacudida e renovar tudo. É aí que começa também a retrogradação de seu regente Marte e de abril até o final de junho você pode se sentir meio desorientada. Mas aceite o movimento como um desígnio cósmico para se mobilizar por suas verdadeiras metas e siga acreditando. Depois de agosto, você vai saber para onde está indo.

Amor e Sexo: Seu desejo de liberdade será cada vez maior. É preciso reconhecê-lo e buscar mais autonomia nas relações em vez de projetar a questão no parceiro. Em algum sentido, seu tesão precisa do apelo da conquista para pegar fogo. O astral do seu aniversário promete novidade no amor. Solteira, aproveite as férias de julho para viajar e se apaixonar. Se estiver comprometida, que tal se permitir algumas ousadias? Em outubro, a sintonia com o outro fica mais fina e pode fechar uma linda parceria.

Trabalho e Dinheiro: Com Júpiter em Virgem até o mês de setembro, é preciso ter organização e manter a disciplina para realizar seus projetos. O problema é mais a impaciência do que a dificuldade de obter recursos. Em janeiro e fevereiro, você pode alavancar algum projeto. Em março, a força estará com você para conquistar uma meta profissional muito importante, mas que precisará de tempo para ser desenvolvida. Em outubro, você estará no auge.

TOURO (21 de abril a 20 de maio)
Você é tranquila, gosta de trabalhar e gozar dos prazeres que conquista com seu esforço. Mas nos últimos anos não foi nada fácil lidar com sua agressividade subjacente, que emergiu como um vulcão. Depois de tudo que foi remexido desde 2012, com a oposição de Saturno, será que está pronta para assumir sua verdadeira força? Em março,  pode descobrir ou criar coragem para explorar um talento oculto. O desafio é não temer o sucesso, o perigo maior é a autossabotagem.

Amor e sexo: Os eclipses em Peixes de março e em Virgem de setembro tocam seu coração e despertam o desejo por mais intimidade. Respeitando seu ritmo, você pode dissolver as barreiras que te separam de um amor pleno. Solteira, pode se preparar para um encontro transformador. Comprometida, pode se envolver com mais intensidade. Mas, com Marte retrógrado de abril ao final de junho, mesmo você, que vive cheia de desejos, precisa aprofundar-se em suas verdadeiras motivações. Enfrente seus bloqueios e em setembro prepare-se para descobrir prazeres inimagináveis.

Trabalho e dinheiro: Inspiração não falta e a você cabe apenas dar vazão à  imaginação e estimular a criatividade. Em fevereiro, terá oportunidade de crescer e aparecer. Não deixe que as dificuldades do dia a dia obstruam seu desenvolvimento. É preciso disciplina para manter o sucesso. Quanto a dinheiro, Marte retrógrado pode incomodar. Supere o medo da falta e trabalhe com tranquilidade. Fique atenta às boas oportunidades; a partir de agosto, seu patrimônio pode crescer.

GÊMEOS (21 de maio a 20 de junho)
Este ano será de mudanças. Os eclipses de março e setembro mexem com o eixo vertebral do seu horóscopo. Necessidades domésticas e familiares mexem com seus planos profissionais e vice-versa. Com Saturno em Sagitário durante todo o ano, você sente a pressão para amadurecer. Mas sua natureza ambígua terá a chance de integrar facetas até então dissonantes da sua personalidade e te tornar mais inteira.

 Amor e sexo: Relações existentes passam pelo teste de Saturno, do tempo e do compromisso: são mesmo adequadas para seu desenvolvimento daqui por diante? Em março, há mudança em casa ou no trabalho e você precisa de suporte confiável para alçar voo. Mas com Marte retrógrado de abril ao final de junho, os desafios de relacionamento podem tanto separar quanto fortalecer o casal. Solteira, no primeiro trimestre terá possibilidade de um encontro que pode resultar em casamento. Ou reencontrar um amor do passado. Se nada de significativo acontecer, de outubro ao final do ano há uma nova chance.

Trabalho e dinheiro: Portais criativos e oportunidades de crescimento se abrem para que se projete cada vez mais. Atenção ao eclipse de março. Se você vem sonhando com mudança de carreira, pode ser a hora. Os astros ajudam trazendo inspirações e no seu aniversário será o melhor momento para criar algo novo. Setembro e outubro também prometem novas ideias, mas é preciso fazer a sua parte tendo força de vontade e se comprometendo com seu projeto de futuro. Não desanime com os desafios. Trabalhe com ousadia.

CÂNCER (21 de junho a 21 de julho)
O sentido da sua vida já não é mais o mesmo depois de mudanças estruturais em casa e no trabalho desde 2013. O último impacto desse ciclo é no eclipse lunar em Libra em março, então considere o aprendizado dos últimos anos para se mobilizar pelo que pode ser a mais importante conquista da sua vida. Saturno em Sagitário durante todo o ano sugere que você vai precisar dos pés no chão e de determinação para não tentar voltar para a zona de conforto, porque ela não existe mais.

Amor e sexo: Com Marte em Sagitário de março ao final de setembro e retrógrado de abril a junho, você precisa buscar novos estímulos na vida a dois para não se entediar. Por mais que relacionamento dê trabalho, é preciso alimentar o tesão constantemente. Busque atividades que mantenham a chama acesa e que te façam se sentir  poderosa. Solteira, desencane da obsessão pelo grande amor, viva com mais desenvoltura e surpreenda-se ao encontrar alguém interessante nos ambientes que costuma frequentar. Os melhores momentos para o amor serão fevereiro e março, a época do seu aniversário, outubro e novembro.

Trabalho e dinheiro: Sua empolgação pode te levar mais longe, mas não é fácil sustentar o ânimo quando tudo parece bloqueado. E Marte retrógrado pode emperrar os processos. Entenda como uma forma de prestar mais atenção aos detalhes e se aprimorar. Mesmo um profissional renomado precisa se atualizar. Você pode firmar parcerias estimulantes em fevereiro, e abril é o melhor momento para novos projetos. Quem sabe um emprego novo ou uma promoção?

LEÃO (22 de julho a 22 de agosto)
Se ainda há alguma dúvida sobre o rumo que sua vida deve tomar, ela será esclarecida nos eclipses de março. Daí será questão de se entregar à transformação e enfrentar suas próprias emoções. Você é o signo da criatividade, entenda esse processo como uma reinvenção. Esta é a lição de Saturno em Sagitário: de agora até o final de 2017, nasce um novo ser. Mas, com Marte retrógrado entre abril e o final de junho, os melhores resultados só vêm no seu aniversário.

Amor e sexo: Seu desejo é por romance, mas há muita paixão envolvida para querer tranquilidade. Efeitos dos eclipses em Virgem e Peixes de março e setembro reverberam durante todo o ano. O jeito é mergulhar e extrair o melhor desses poderosos e contraditórios sentimentos. Não tenha medo de perder, porque o amor não perde. Para a solteira, relacionar-se é uma aventura. Comece o ano viajando e festejando. Comprometida, quanto você conhece o parceiro e admite seus verdadeiros desejos?

Trabalho e dinheiro: Você tem ajuda cósmica para não passar necessidade, é o que assegura Júpiter em Virgem até setembro. Mas a abundância depende de administrar bem seus recursos. Evite fazer dívidas, pois pode perder o controle principalmente nos meses dos eclipses. Saturno em Sagitário pede investimentos responsáveis. Veja se não seria o caso de explorar o que pode ser um grande talento mal resolvido. Maio traz oportunidade de expor seu trabalho e crescer. O seu aniversário é para brilhar e, entre outubro e novembro, de novo você pode ser bem produtiva.

VIRGEM (23 de agosto a 22 de setembro)
Sua vida deve mudar completamente. Os eclipses estão ocorrendo no seu signo até 2017, primeiro em março e depois outros dois na ocasião do seu aniversário. É tempo de colher os frutos dos seus esforços, mas preparese para ter suas emoções e criatividade desafiadas. Não tema: com o planeta da sorte, Júpiter, em seu signo até setembro, o universo conspira a seu favor.

Amor e sexo: O astral está para grandes amores, mas, antes de dar a situação como ganha, considere que conflitos emocionais, domésticos e familiares demandam paciência e responsabilidade. Essa é a lição de Saturno em Sagitário para você até o final de 2017. Atenção principalmente durante a retrogradação de Marte de abril ao final de junho. O amor dá trabalho. Mas pode ser que com a maturidade de Saturno você estruture um lar para chamar de seu. Minimize a crítica, pense antes de falar e seja mais receptiva à verdade do outro. Liberte seus instintos, o sexo pede mais paixão. Em abril, sua cama pega fogo.

Trabalho e dinheiro: Os dilemas financeiros dos últimos anos podem se converter em uma forma mais rentável de ganhar dinheiro depois de março. Se sua situação já não era desconfortável, considere algum investimento que proporcione estabilidade. Pode ser o caso de direcionar recursos para um projeto profissional que promova uma virada e te impulsione para o sucesso. Junho é um ótimo mês para o trabalho, com melhores oportunidades de desenvolvimento. Do final de maio a meados de julho, concentre-se em mostrar o seu melhor. Os frutos você colhe no seu aniversário.

LIBRA (23 de setembro a 22 de outubro)
Você já está se reinventando desde o ciclo de eclipses que começou no seu aniversário de 2013. Mas é no último, em março, que compreenderá o passo que deve dar para chegar aonde quer. Será inevitável fazer uma escolha, mesmo que não se sinta preparada. Com a retrogradação de Marte de abril ao final de junho, repense sua meta e se mobilize com inteligência. Terá mais certezas entre julho e agosto. Ouça sua intuição, mas avalie projetos com pragmatismo. É hora de se projetar. Em setembro, Júpiter, o planeta da expansão, chega a Libra para promover seu crescimento em muitos sentidos.

Amor e sexo: Você deve se sentir forte pelo que é não pelo que se torna ao lado de alguém. Marte é o regente de seu signo complementar, Áries, e vai passar boa parte do ano em Sagitário, onde ficará retrógrado. Ou seja, não vai dar para depender de ninguém. Quanto mais autoconfiante, maior seu tesão. Solteira, de março ao final de abril terá uma questão afetiva que precisa evoluir. Em setembro, Vênus chega a Libra disposta a estabelecer algo novo.

Trabalho e dinheiro: A questão é mais o desenvolvimento da rotina do que o dinheiro. Mudando de trabalho ou de carreira, é preciso mexer no escritório, na agenda e nos compromissos assumidos. Você precisa de um dia a dia mais tranquilo e inspirador, além de saúde física e psíquica, para realizar o que pretende. Os impactos desses processos serão nos eclipses em Virgem e Peixes de março e setembro. Entre junho e julho, você pode ter o devido reconhecimento. No seu aniversário, pode já ter se reinventado completamente.

ESCORPIÃO (23 de outubro a 21 de novembro)
Saturno te trouxe as maiores lições desde que ingressou em seu signo, em 2012. Foi um processo de amadurecimento dolorido, mas também consolidador. Assim, 2016 será mais promissor. Os eclipses em Virgem e Peixes de março e setembro mexem com seu coração: seja receptiva ao que a vida tem a oferecer. E mantenha-se em um caminho seguro sem arriscar tudo com destemperos emocionais. Marte é seu corregente e até setembro passa por seu signo em movimento direto e retrógrado. O desafio será se estabilizar enquanto se desenvolve em novos sentidos.

Amor e sexo: Sensível você já é, mas precisa suavizar a intensidade e a malícia para se deixar envolver pelo que há de mais inocente no desejo. Não seja tão desconfiada: um relacionamento pode ser bom de verdade. No eclipse em Peixes de março há o risco de ilusão, mas você pode discernir o que tem potencial. Se já está comprometida, se entregue como jamais se permitiu. Em maio, o astral é de envolvimentos verdadeiros. Mas vá com calma porque logo em junho vem o desafio de lidar com as diferenças.

Trabalho e dinheiro: Você ainda tem muito trabalho pela frente com Saturno em Sagitário até o final de 2017. Fazer as contas fecharem no azul pode ser um desafio, principalmente durante a retrogradação de Marte entre abril e junho. Mas as pessoas estarão cada vez mais  interessadas no que você produz. Entre julho e agosto terá seu melhor momento profissional, em criatividade e reconhecimento.

Aproveite para fazer bonito, os eclipses de setembro podem te projetar mais longe.

SAGITÁRIO (22 de novembro a 21 de dezembro)
Muita coisa vai acontecer para você em 2016. Mas, se vai ser de acordo com suas expectativas ou um daqueles trancos para realinhar tudo sob um novo eixo, depende de você. É preciso saber o que quer para se movimentar com propriedade. Até 2017, um ciclo de eclipses muda tudo em seu lar e te projeta para outro patamar profissional. Saturno em Sagitário pressiona para que mostre os resultados de seu aprendizado. Com Marte em seu signo de março a setembro (retrógrado entre abril e o final de junho), você tem força para desbravar um novo horizonte.

Amor e sexo: O ano começa com Vênus em Sagitário e o Réveillon promete. O eclipse em Peixes de março trará transformações nos relacionamentos e no lar. Mas é preciso confiança para conquistar a intimidade. Saturno ajuda a consolidar uma relação madura, mas cuidado com a rigidez nas expectativas. Solteira, dê-se mais tempo para criar laços com alguém. O mês de abril deve ser apaixonado. No sexo, mais selvageria. Junho é tempo de firmar compromissos.

Trabalho e dinheiro: A dobradinha dos eclipses com seu regente Júpiter em Virgem até setembro pode ser frutífera. Está na hora de reverter todo seu conhecimento para o mundo. Invista na comunicação, é o que vai te levar longe. Em março, você pode lançar um projeto ou iniciar uma nova etapa profissional. O que realizar agora pode prosperar por muito tempo. Mas atenção: durante a retrogradação de Marte, cuidado para não perder o ânimo nem pecar pela desatenção. Em setembro, você colhe resultados maravilhosos.

CAPRICÓRNIO (22 de dezembro a 20 de janeiro)
A terra tremeu demais para você nos últimos anos. Você pode ter sofrido uma queda e tanto e ainda estar assimilando questões emocionais. Ainda assim, com seu regente Saturno em Sagitário, o grande desafio até o final de 2017 é espiritual: uma realização em sintonia com sua missão de vida. Marte também em Sagitário catalisa esse processo com intensidade de março a setembro. Atravesse a retrogradação do planeta vermelho entre abril e junho com disposição para ir mais fundo até a essência da questão. É preciso se entregar.

Amor e sexo: Do final de janeiro a meados de fevereiro, você se dá conta da sua condição afetiva. O último eclipse da série, que desde 2013 vem mexendo com seu ambiente doméstico e familiar, ocorre em março e a partir disso você poderá firmar uma nova estrutura. Talvez trocar seus padrões afetivos por relacionamentos mais livres dos conceitos de certo e errado. Deixe os encontros acontecerem em abril. Se já estiver comprometida, construa uma vida íntima com desapego e confiança. Entre junho e julho, compromissos podem se firmar.

Trabalho e dinheiro: No eclipse de março, você também pode projetar uma nova realização profissional. E quem sabe descobrir que o sentido da sua carreira não era exatamente o que pensava. Isso é libertador. Aproveite o exercício criativo como se fosse um recomeço, pode ser o que sua imaginação precisa para se soltar. Em setembro, Júpiter ingressa em Libra e a partir disso você terá um ano para crescer e se desenvolver. Aproveite porque Júpiter só passa por ali a cada 12 anos.

AQUÁRIO (21 de janeiro a 19 de fevereiro)
Você bateu muito a cabeça com seus ideais e confusões mentais nos últimos anos. Agora deve passar por uma transformação essencial em sua história: da teoria à prática. Afinal, do que se trata o seu desejo? É esse o processo do ciclo de eclipses em Virgem e Peixes de março e setembro. Faz parte do seu desenvolvimento enfrentar resistência até que entendam sua proposta, mas cabe questionar se você mesma não estaria se aprisionando por não saber lidar com os aspectos materiais e emocionais da existência. Saturno em Sagitário até o fim de 2017 é o maior incentivador da liberdade, mas ela vem através do trabalho. Você entende o valor da disciplina?

Amor e sexo: Sabia que o que mais se deseja é também o que mais se teme? Os eclipses de 2016 são transformadores nesse sentido, principalmente o de setembro. Haverá bons momentos para se envolver com alguém novo ou estimular uma relação já existente no seu aniversário e depois entre julho e agosto. Mas, com Marte retrógrado entre abril e o final de junho, você tem que saber dosar seus ímpetos.

Trabalho e dinheiro: Produzir ideias demanda recursos e esse é o desafio dos eclipses do ano. A começar por março, quando você tem que cuidar para não deixar o dinheiro escoar demais. Tenha coragem para fazer diferente e empreender mudanças. É preciso ir além do discurso. Você funciona melhor em parceria, a questão é conjugar forças com as pessoas certas. Em abril você tem muitas ideias, mas só deve desenvolvê-las melhor em junho. Entre julho e agosto, brilhe. Outubro e novembro são os meses para você se projetar mais longe.

PEIXES (20 de fevereiro a 20 de março)
Esse é o ano em que você deve passar pela maior transformação espiritual de sua vida. A série de eclipses em seu signo começou em 2015, mas é no próximo aniversário que você sentirá o que isso quer dizer. É o início de um processo e tem a ver com amor e criatividade. Mas, com Saturno em Sagitário até o final de 2017, o excesso de expectativas pode atrapalhar. Marte também em Sagitário de março a setembro está a favor de seu desenvolvimento – entre abril e o final de junho, ele estará retrógrado: cuide para não dar para trás.

Amor e sexo: Você é muito romântica e o astral está para amores sublimes. Mas, antes do encontro mágico, talvez precise resolver carmas de antigos relacionamentos. Seu aniversário chega com um eclipse solar, a coisa vem da alma. Precisa aprender a se relacionar na prática do dia a dia, mas Júpiter em Virgem estão a favor. Se já estiver comprometida, seu parceiro pode pedir mais cuidado. Em maio, o cenário afetivo é bonitinho, em junho e julho é superfértil. Em agosto e setembro, você mergulha na paixão e pode firmar compromissos.

Trabalho e dinheiro: Saturno em Sagitário, no setor da carreira, costuma ser exigente em suas lições. Mas também pode trazer as recompensas por anos de esforço. A retrogradação de Marte deve testar sua força de vontade. Os dois aspectos juntos significam obstáculos. Conjugue inspiração e disciplina. Aproveite junho e julho para criar novos projetos, agosto para batalhar por recursos e setembro para expor e colher resultados. Em novembro, o sucesso pode ser todo seu.

Fonte: http://revistamarieclaire.globo.com/Horoscopo/noticia/2015/12/amor-dinheiro-e-sucesso-o-que-os-astros-reservam-para-voce-em-2016.html
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ritual de lavagem do Bonfim na Sé em Olinda

SINCRETISMO

Babalorixá comanda ritual de lavagem do pátio da Igreja do Alto da Sé, em Olinda

O chão foi lavado com água de colônia e pombas brancas foram soltas em nome da paz.

Publicado em 10/01/2016, às 20h41

Cerimônia foi comandada pelo babalorixá Tata Raminho de Oxóssi, que completou 80 anos no sábado / Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem

Cerimônia foi comandada pelo babalorixá Tata Raminho de Oxóssi, que completou 80 anos no sábado

Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem

Em nome de um Carnaval mais tranquilo e pacífico, babalorixás fizeram um ritual de purificação na tarde deste domingo (10), no Alto da Sé, em Olinda. Denominado Águas de Oxalá, a tradição consiste na lavagem do pátio externo da Igreja da Sé, na Cidade Alta. Durante a cerimônia, o chão foi lavado com água de colônia e pombas brancas foram soltas em nome da paz.

A cerimônia foi comandada pelo babalorixá Tata Raminho de Oxóssi, que completou 80 anos no sábado. Antes, houve toque de clarins para chamar a atenção do grande público, espremido por trás de um gradil de proteção que impedia o acesso ao adro.

A primeira providência do babalorixá foi acabar com a separação. “Abram as grades”, ordenou. “O povo veio aqui para tomar banho de cheiro e vai tomar.” Os devotos não se fizeram de rogados e logo a multidão invadiu a área para se banhar com água de perfume e de arroz. “Pai” Raminho entou cânticos, seguindo o ritmo cadenciado dos tambores, e a multidão respondia a plenos pulmões.

Depois da lavagem, os participantes saíram em procissão, seguindo o andor de Nosso Senhor Salvador do Mundo. No sincretismo religioso, Jesus representa Oxalá. O andor estava decorado com pão, frutas e flores brancas. “O pão significa fartura na mesa; as flores, prosperidade e as flores brancas representam Oxalá”, explica o professor de dança Rafael Morais, adepto do candomblé. “Com a proximidade do Carnaval, também pedimos ao orixá evento com menos violência e mais amor no mundo.”

Atrás do andor, um grupo de yalorixás (filha de santo) conduziam uma espécie de tigela fechada, chamado de “sentamento” do orixá. “Contém coisas para nossa proteção”, explica Lurdes de Oxum, que carrega o objeto e participa do ritual há 45 anos. “O orixá que nos acompanha traz a energia da paz”, assegura.

Acompanhada por milhares de pessoas que se espremiam nas ruas estreitas do sítio histórico, esperando a passagem de blocos carnavalescos, o cortejo seguiu pela Ladeira da Sé, Rua do Bonfim, Ladeira da Misericórdia, Quatro Cantos, Rua do Amparo, Largo do Amparo, Rua do Guadalupe até chegar ao Culto Afro Nossa Senhora do Carmo, terreiro de Raminho de Oxóssi no bairro de Jardim Brasil I, no início da noite.

fonte: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/noticia/2016/01/10/babalorixa-comanda-ritual-de-lavagem-do-patio-da-igreja-do-alto-da-se-em-olinda-216161.php

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